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Instalando FFMPEG-0.6 no Ubuntu 10.04
Última atualização segunda-feira, 29 novembro 2010 10:15 Escrito por Patrick Shinzato segunda-feira, 29 novembro 2010 10:15
Este tutorial tem por objetivo mostrar passo-a-passo a instalação do FFMPEG-0.6 com as configurações para que o OpenCV seja capaz de gravar videos.
- O primeiro passo antes de instalar o ffmpeg, é retirar do sistema os pacotes do repositório, pois iremos instalar versões mais novas e/ou com novas configurações:
sudo apt-get remove ffmpeg x264 libx264-dev
- Agora vamos instalar todos os pacotes que são as dependências do FFMPEG e do codec x264 (vc precisa estar com os repositórios universe e multiverse habilitados):
sudo apt-get install build-essential subversion git-core checkinstall yasm texi2html libfaac-dev libmp3lame-dev libopencore-amrnb-dev libopencore-amrwb-dev libsdl1.2-dev libtheora-dev libvorbis-dev libx11-dev libxfixes-dev libxvidcore-dev zlib1g-dev
- Após instalar todas as dependências, vamos instalar o primeiro codec, o x264. Ele é opcional, mas vamos tentar deixar a instalação mais completa possível. Primeiro, puxe o código fonte (aqui) após o download, abra um terminal no diretório onde se encontra o arquivo ”x264.tar.gz” execute os seguintes passos:
tar -xzf x264.tar.gz cd x264 ./configure make sudo checkinstall --pkgname=x264 --pkgversion "2:0.`grep X264_BUILD x264.h -m1 | cut -d' ' -f3`.`git rev-list HEAD | wc -l`+git`git rev-list HEAD -n 1 | head -c 7`" --backup=no --default
- Após a instalação do x264, vamos ao FFMPEG! Primeiro puxe o código fonte (aqui) e em seguida, no diretório onde se encontra o arquivo “ffmpeg-0.6.tar.bz2″ execute os seguintes comandos:
tar -xjf ffmpeg-0.6.tar.bz2 cd ffmpeg-0.6 ./configure --enable-gpl --enable-version3 --enable-nonfree --enable-postproc --enable-pthreads --enable-libfaac --enable-libmp3lame --enable-libopencore-amrnb --enable-libopencore-amrwb --enable-libtheora --enable-libvorbis --enable-libx264 --enable-libxvid --enable-x11grab make sudo make install
- Após isso, temos o FFMPEG instalado e pronto para ser utilizado pelo OpenCV. Qualquer dúvida ou problemas, postem um comentário. Tentaremos deixar esse tutorial mais completo com o passar do tempo.
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Criando Plugins no WordPress: O Básico
Última atualização terça-feira, 24 agosto 2010 09:49 Escrito por Agripino Duarte terça-feira, 24 agosto 2010 09:49
As duas últimas semanas de trabalho eu passei quase que exclusivamente dedicadas a criação de um plugin em WordPress que gerencia o conteúdo da página institucional da empresa onde eu trabalho, a Radig (www.radig.com.br). Depois de algumas limitações e uma série de ajustes o plugin ficou pronto e está quase perfeito, precisa de uns retoques e a correção de alguns bugs.
Criar plugins para o WordPress pode ser uma tarefa simples, mas algumas vezes pode ser algo que dê um certo trabalho. Na api do WordPress, as funções são membros isolados, quase sempre salvas em arquivos únicos, de nomes significativos em diretórios específicos. Não há orientação a objetos e de qualquer ponto de sua aplicação (seja um tema ou um plugin) é possível acessar funções que estejam presentes em qualquer diretório da aplicação.
Por isso o WordPress recomenda nomear funções novas (em plugins e temas) com nomes únicos, assim evita o conflito de nomes de função, já que quase sempre não há necessidade de se incluir arquivos ou definir escopos em funções. É importante também verificar se o nome do plugin que estamos criando já não existe no repositório do WordPress, pois se já existir pode haver conflitos em pesquisar um plugin ou atualizar o mesmo.
Criar plugins no WordPress é basicamente criar uma aplicação php, que se utiliza de funções do WordPress e algumas definidas pelo usuário. Um único arquivo php (de preferência com o nome do plugin), dentro de um diretório com o nome do plugin, já é o suficiente para a existência do plugin, mas é necessário ainda que esse arquivo php possua em seu cabeçalho o seguinte comentário:
/*
Plugin Name: Nome do Plugin
Plugin URI: http://website-do-plugin.com
Description: alguma descrição
Version: 0.1
Author: jose
*/
Basta apenas informar Plugin Name e Author para que o WordPress reconheça o seu plugin e o coloque na lista de plugins instalados.
Nesse arquivo php, ou em outros que forem inclusos, deverão declarar suas funções e utilizar de funções básicas do WordPress para realizarem a modificação do conteúdo que é exibido ou armazenamento e busca de dados no banco de dados do WordPress. Para que o plugin faça a modificação do conteúdo ou busca/armazenamento é necessário interceptar algumas funções básicas do WordPress, como the_content (retorna o conteudo de um post), wp_head (imprime o conteúdo da seção head de uma página), etc.
Essa interceptação e feita utilizando filtros , que podem substituir uma dessas funções básicas do WordPress pela nossa função. O código para isso e bem simples:
add_filter('the_content', 'my_content');
function my_content()
{
echo 'my content';
}
?>
A declaração acima faz com que o conteúdo de uma página ou post que seja buscado pela função the_content, seja substituído pela minha função my_content;
Uma extensa lista de filtros e ações permitem a manipulação do que será exibido e salvo na aplicação WordPress. Essa lista está na documentação do Wordpres.
Por ora o que tenho a dizer é isso. Postarei mais dicas de como fazer plugins em WordPress, mas se você não quer esperar e quer começar agora mesmo, leia a documentação oficial, pois apesar de deixar algumas coisas de fora, ajuda muito quem está começando.
http://codex.wordpress.org/Developer_Documentation
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Usabilidade
Última atualização quinta-feira, 1 julho 2010 07:09 Escrito por karin quinta-feira, 1 julho 2010 07:08
A interface é um fator essencial para a qualidade de um software, pois é por meio dela que os usuários podem interagir com o computador e suprir suas necessidades permitindo a realização das suas tarefas. A usabilidade diz respeito ao relacionamento do usuário com o sistema. Uma ferramenta computacional eficaz permite que sejam realizadas as tarefas da melhor maneira possível. Pode-se dizer que a usabilidade acaba se tornando uma característica daquilo que é utilizável e funcional, desejando-se que essa utilização supra todas as necessidades do usuário e que faça todas as tarefas que ele deseja.
A usabilidade pode ser encontrada em qualquer objeto ou dispositivo que possa ser adequado para se tornar algo mais fácil de ser utilizado e mais funcional.
A usabilidade é relativa, depende do contexto de uso e do usuário. Os usuários experientes têm mais habilidades e isso pode diminuir as dificuldades enfrentadas no uso de sistemas; além disso, se o sistema é freqüentemente utilizado, não quer dizer que ele seja de fácil manuseio. Por outro lado, uma interface com uma aparência atraente, se não for rápida, pode trazer frustrações para os usuários.
O conceito de usabilidade em geral não é pensado quando um produto é usável, mas sim quando ele não é adequado ao usuário.
O conceito de usabilidade vem evoluindo e foi-se percebendo que o fato a se considerar é a análise de uso de um produto combinado com o ponto de vista do usuário a respeito do software. Acompanhando essa evolução, a norma ISO 9241-11, define a usabilidade como “a capacidade que apresenta um sistema interativo de ser operado, de maneira eficaz, eficiente e agradável, em um determinado contexto de operação, para a realização das tarefas específicas de seus usuários”.
A usabilidade desenvolve conhecimentos sobre os limites e características referentes ao desempenho do homem que estão relacionadas às interfaces e componentes do sistema.
A usabilidade é um conceito que está evoluindo, pois não tem um significado concreto; ela considera o contexto de uso de acordo com o ponto de vista do usuário.
A web fornece um exemplo acessível da importância da usabilidade, pois os usuários procuram páginas fáceis de usar, sites sem falhas, com informações claras e com boa localização para que eles não se percam nas páginas e sites. As informações devem ser apresentadas de forma que seja de fácil entendimento, caso contrário, os usuários desistem da pesquisa pois se cansam antes mesmo de ter acesso ao que realmente desejam.
A usabilidade é uma combinação de fatores que atingem as habilidades do usuário diante do sistema. Por isso ela trata da interação humano-computador, que é observada desde o desenvolvimento de software por meio de testes de usabilidade com o usuário.
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